Sobre
a minha vivência/experiência em gestão escolar democrática, destaco o inicio de
minha carreira no magistério público, que se deu em 2010 como professor de
oficinas curriculares em uma escola de tempo integral (ETI) de ensino
fundamental. No ano supracitado, juntamente com os outros integrantes da
instituição escolar e sociedade revisamos o PPP da escola em que lecionava (Escola
Estadual Coronel Pontes Gestal – Pontes Gestal/SP), fazendo uma leitura critica
desse e propondo melhorias em tal documento. Muito se discutiu sobre os
aspectos da educação inclusiva, já que a escola era de porte pequeno e haviam a
três estudantes de educação especial e inclusiva (1 DF, 2 TGD/TEA). Foram
discutidos aspectos pedagógicos sobre a necessária inserção desses educandos na
educação formal, levando em consideração as especificidades de cada indivíduo.
Dessa forma, diversas ideias foram acatadas pelos diversos agentes envolvidos e
colocadas em prática no presente ano. Para tanto, considero as práticas
realizadas uma forma de gestão escolar democrática, dando voz a todos os
indivíduos, considerando as inter-relações e as intrarrelações estabelecidas.
Disponível em: <https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgDVhpzfjlXJo0Bzz_B6a766JAOkgXlr18jq0rZu_Xy_m2Uwb3ef0X6zyoKGCK7G_rY8CZs7ytEsa6_cU6mVCJxrFpj9txsZGFyHhiFPT0lBxRw0wCkKzq1lttyqLUdUqHyQrkqgAU8SX4/s1600/pnld.moderna.com.br.JPG>
Hoje,
trabalhando em uma escola que conta com mais de 2.500 estudantes, tornou-se difícil
rever essa prática e, consequentemente, observar práticas de gestão escolar
democrática. Os esforços para realização destas devem advir de todos os
envolvidos, não somente da equipe gestora, mas também de professores, alunos e
da própria comunidade. Tornar a escola uma ambiente inclusivo, dando a essa um caráter
de instituição aberta, torna facilitada práticas de gestão democrática,
satisfazendo os anseios legais e aos próprios indivíduos.